Zema e Cury convergem contra o STF e miram Samara em debate presidencial
Candidatos evitaram críticas mútuas, defenderam mudanças no Supremo e concentraram os confrontos contra Samara Martins.
Candidatos evitaram críticas mútuas, defenderam mudanças no Supremo e concentraram os confrontos contra Samara Martins.
Candidato do Missão atacou Lula e Flávio Bolsonaro e contestou no TSE o reajuste do Bolsa Família.
Candidatos criticaram propostas e declarações do adversário durante agendas em Chapecó, Joinville e Florianópolis.
Em comício em Joinville, candidato do PL disse que aumento de 15% foi motivado por pesquisas e chamou pobres de “otários”.
Ministro da Fazenda afirmou que correção de 15% recompõe o poder de compra e defendeu o compromisso do governo com a melhora fiscal.
Dario Durigan diz que correção de 15% recompõe a inflação; medida terá impacto de R$ 5,8 bilhões em 2026.
Zema, Cury e Samara Martins também divergiram sobre educação, segurança pública e a atuação de plataformas digitais.
Ministro considerou que a correção repõe a inflação; advogada da campanha de Flávio Bolsonaro questiona o uso de ação arquivada no STF.
Gilmar Mendes acolheu argumento da AGU de que o aumento atualiza valores do programa e não cria benefício em ano eleitoral.
Decisão de Gilmar Mendes no STF deve levar o ministro a considerar o caso juridicamente encerrado.
Reajuste de 15,04% foi decidido após pressão por medidas contra o custo de vida e será pago antes do segundo turno.
Ministro afirma que a recomposição será absorvida pelo Orçamento e não altera as metas fiscais previstas pelo Congresso.
Analistas avaliam que o aumento de 15% tende a consolidar votos no PT mais do que conquistar indecisos.
Revisão das despesas previdenciárias abriu margem para reajuste de 15,04%, com impacto de R$ 5,8 bilhões neste ano.
Reajuste de 15,04% será aplicado automaticamente; depósitos com os valores atualizados começam em 19 de outubro.
Candidato do PL relacionou Lula a Alexandre de Moraes e criticou reajuste de 15% no Bolsa Família anunciado pelo governo.
André Mendonça rejeitou o pedido por entender que deputado não tinha legitimidade para questionar ato dirigido à Presidência.
Governo escolheu correção linear de 15,04%, com custo adicional de R$ 5,8 bilhões neste ano e alcance sobre 49,7 milhões de pessoas.
A equipe de Lula pediu a investigação de Bolsonaro por medidas sociais adotadas durante a campanha eleitoral, incluindo o aumento do Auxílio Brasil.
Decisão considerou inconstitucionais partes da PEC Kamikaze, que elevou gastos sociais antes da eleição presidencial.