Sessão do Supremo expõe limites entre divergência e hostilidade
Interrupções, elevação de voz e acusações pessoais marcaram o julgamento de 15 de setembro no Supremo Tribunal Federal.
Interrupções, elevação de voz e acusações pessoais marcaram o julgamento de 15 de setembro no Supremo Tribunal Federal.
Ministra afirmou que não havia alegria entre os colegas e classificou a sessão como um momento de mal-estar cívico e intranquilidade.
O controle sobre o Judiciário é apresentado como requisito para preservar a confiança, a transparência e o Estado de Direito.
Ex-ministro da Justiça afirma que conflitos entre integrantes da Corte enfraquecem a democracia e pede transparência nos julgamentos.
Julgamentos e acusações citados no debate levantam dúvidas sobre igualdade perante a lei e limites da atuação do Supremo.
Evento gratuito ocorre neste sábado (12), com atividades sobre participação política, direitos humanos e a Agenda Marielle Franco.
Entidade afirma que apurações independentes e diálogo institucional são necessários para preservar a democracia durante o período eleitoral.
Ex-presidente afirma que a integridade do Supremo é essencial para a República e manifesta preocupação com as eleições de outubro.