São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Política

Flávio Bolsonaro acusa STF de interferência eleitoral e convoca fiscais de urnas

Candidato à Presidência afirmou esperar que ministros não façam ações ilegais contra ele e voltou a criticar universidades públicas.

Flávio Bolsonaro acusa STF de interferência eleitoral e convoca fiscais de urnas

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, 17, e afirmou esperar que a Corte não faça ações ilegais contra ele. A declaração ocorreu durante uma transmissão semanal em seu canal no YouTube, enquanto ele comentava a atuação dos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Flávio disse que o STF estaria mais preocupado em interferir nas eleições do que em investigar e zelar pelo dinheiro público. Também associou as críticas ao desempenho nas pesquisas de intenção de voto. “Espero que eles não tentem nenhuma gracinha para cima de mim”, declarou.

O candidato repetiu que uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) levaria à instalação de uma ditadura judiciária. Ele questionou como seria o Supremo caso Lula indicasse mais quatro ministros com perfis semelhantes aos de Alexandre de Moraes e Flávio Dino.

Durante a transmissão, Flávio também convocou apoiadores a se inscreverem como fiscais de urnas. Segundo ele, essas pessoas seriam credenciadas e receberiam orientação para fiscalizar o processo eleitoral. O objetivo, afirmou, seria ter representantes em todo o Brasil e evitar que pessoas mal-intencionadas votassem no lugar de outras.

Críticas a universidades públicas

Flávio criticou ainda as universidades públicas. Ele afirmou que o uso de drogas seria comum nesses ambientes e mencionou diretórios acadêmicos, pichações e consumo de maconha dentro das faculdades. Na mesma fala, disse haver uma onda de jovens universitários que querem prosperar.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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