São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Política

Augusto Cury pede apoio de eleitores de Flávio Bolsonaro contra Lula

Após visita ao Google Brasil, em São Paulo, candidato do Avante afirmou ser o único capaz de derrotar Lula em um eventual segundo turno.

Augusto Cury pede apoio de eleitores de Flávio Bolsonaro contra Lula
Foto: Daniel Teixeira/Estadao

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) pediu nesta sexta-feira, 18, que eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) transfiram o apoio para sua candidatura. Após visitar o Google Brasil, em São Paulo, Cury afirmou ser o único candidato capaz de derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno.

“Se vocês querem mudanças, venham com o Augusto Cury”, declarou o candidato, ao pedir a migração dos votos de apoiadores de Flávio Bolsonaro. Cury também disse que pretende disputar a preferência dos eleitores que buscam mudanças na eleição.

Críticas às pesquisas

O candidato voltou a questionar os levantamentos de intenção de voto. Ao citar uma pesquisa do Datafolha que, segundo ele, registrou 6% para sua candidatura, afirmou que o resultado não corresponde à recepção encontrada durante a campanha.

Cury disse que não contesta a forma como as pesquisas são realizadas. Afirmou, porém, que a presença de pessoas dizendo que votarão nele, durante as visitas de campanha, o leva a questionar os resultados.

STF e calendário eleitoral

Cury também cobrou do Supremo Tribunal Federal (STF) mais rapidez em um julgamento que considera relevante para a decisão do eleitor no primeiro turno. Ele mencionou o pedido de vista do ministro Flávio Dino e defendeu que a análise seja retomada antes de 4 de outubro.

Segundo o candidato, a demora pode reduzir o acesso dos eleitores a informações para decidir o voto. Cury afirmou ainda que o STF, por ser o guardião da Constituição, não deveria compactuar com o que classificou como um atentado contra a democracia.

O candidato reiterou sua proposta de limitar a 8 anos o mandato de ministros do STF. Para ele, o cargo pertence à sociedade brasileira, e não ao ministro que o ocupa.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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