São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Política

Cármen Lúcia defende confiança nas instituições e reforça dever do serviço público

Ministra do STF lamentou a descrença na administração pública e pediu mais apoio às estruturas de controle interno.

Cármen Lúcia defende confiança nas instituições e reforça dever do serviço público
Foto: Wilton Junior/Estadão

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quarta-feira, 16, que a confiança da população nas instituições é essencial para preservar a democracia. A declaração foi feita por videoconferência durante o XXII Encontro Nacional de Controle Interno, realizado em Belo Horizonte.

Cármen Lúcia lamentou o cenário de descrença e desânimo em relação às instituições. Segundo a ministra, erros fazem parte da atuação humana, mas servidores públicos devem trabalhar para corrigi-los e prestar um serviço de qualidade à sociedade.

“A democracia vive da confiança que o cidadão e cidadã têm nas suas instituições”, disse. Ela afirmou que a busca pelo acerto é um dever dos servidores para preservar a confiança da população no país e na democracia.

A ministra também sustentou que oferecer um bom serviço público não é uma escolha ou um benefício concedido à sociedade, mas uma obrigação dos agentes públicos. Nesse contexto, defendeu o fortalecimento das estruturas de controle interno e melhores condições de trabalho para os órgãos responsáveis pela fiscalização da administração.

“Não é favor, não é uma prerrogativa, é uma obrigação que nós temos que cumprir com o apoio do controle”, afirmou Cármen Lúcia.

A manifestação ocorreu um dia após uma sessão do STF marcada por divergências entre ministros. Na ocasião, os integrantes da Corte analisavam um relatório da Polícia Federal com mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao banqueiro Daniel Vorcaro. A discussão foi suspensa depois de um pedido de vista apresentado pelo ministro Flávio Dino.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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