O ministro do Desenvolvimento Social, Welington Dias, atribuiu a eficiência do Bolsa Família ao combate a fraudes e à modernização do cadastro único. A declaração foi dada em cerimônia nesta quinta-feira, quando o governo anunciou aumento de 15% no piso do programa.
Segundo Dias, as mudanças permitiram identificar pessoas que tinham direito ao benefício, mas não conseguiam acessá-lo. Ele afirmou que o resultado mais visível foi a contribuição para tirar o Brasil do mapa da fome.
Com o reajuste linear dos benefícios, o piso dos pagamentos passará de R$ 600 para R$ 691. A média dos benefícios subirá de R$ 691 para R$ 777.
A alta foi justificada por Moretti pela previsão legal de correção inflacionária dos beneficiários. De acordo com a explicação apresentada, o INPC acumulado desde o início do programa até agosto foi de 15,04%.
O governo informou que a mudança será realizada dentro do espaço fiscal existente, sem alteração da despesa total. O custo previsto é de R$ 5,8 bilhões neste ano, a partir de outubro, e de R$ 22 bilhões em 2027.







