São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Política

Lula rejeita classificação de facções como terroristas e defende controle das fronteiras

Presidente criticou decisão de Donald Trump e anunciou a transformação de 138 prisões em unidades de segurança máxima.

Lula rejeita classificação de facções como terroristas e defende controle das fronteiras
Foto: Pedro Kirilos/Estadão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a decisão do governo de Donald Trump de classificar facções criminosas como terroristas. Durante uma agenda sobre segurança pública no Rio de Janeiro, Lula defendeu investimentos nas forças de segurança e o policiamento das fronteiras como medidas estratégicas para a soberania nacional.

“Bandidos são terroristas para as pessoas que estão na periferia. Mas não aceito a ideia do Trump de que facções criminosas são terroristas”, afirmou o presidente. Na mesma declaração, Lula disse que Jair Bolsonaro tentou matar a ele e a Alexandre de Moraes, classificando o ex-presidente como terrorista.

O presidente também citou a exploração de recursos naturais ao abordar a necessidade de proteger as fronteiras. Segundo Lula, há petróleo na Margem Equatorial, a 175 quilômetros da costa do Amapá, enquanto o pré-sal está a 300 quilômetros da costa. Ele afirmou que o governo precisa proteger essas áreas porque Trump busca minerais críticos e petróleo.

Segurança pública

Lula acompanhou as Ações Integradas para o Enfrentamento ao Crime Organizado no Rio de Janeiro. A iniciativa reúne o governo federal, o governo estadual e a prefeitura em uma cooperação na área de segurança pública. O presidente afirmou que, se o plano funcionar no Rio, poderá funcionar em qualquer lugar, e definiu a medida como um novo começo para estabelecer um padrão de segurança no país.

Durante o evento, Lula elogiou a participação de agentes mulheres da Polícia Rodoviária Federal e defendeu a ampliação da presença feminina na corporação para atividades de inteligência.

O presidente ainda se comprometeu a transformar 138 prisões em presídios de segurança máxima. Também defendeu critérios para visitas de advogados e mudanças na administração das unidades, afirmando que as cadeias não devem ser usadas para o comando de quadrilhas.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5