BRASÍLIA — O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, deu cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre pedidos pendentes nas investigações envolvendo o Banco Master e os desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Entre as solicitações está a revogação das prisões de investigados, incluindo Daniel Vorcaro. Também pediram a liberdade Henrique Vorcaro, Felipe Vorcaro, Rodrigo Franco, Marilson Roseno da Silva, Fabiano Zettel, Daniel Monteiro e Sebastião Monteiro Junior.
A PGR deverá avaliar “a pertinência, necessidade e adequação” das providências requeridas, além de eventual impacto sobre procedimentos investigativos em andamento. O parecer será enviado a Fachin, que deverá analisar as questões pendentes consideradas urgentes.
Há duas semanas, Fachin determinou que os dois inquéritos fossem encaminhados à presidência do STF. Oficialmente, porém, os casos continuam sob a relatoria de André Mendonça. A PGR também deve se posicionar sobre quem ficará responsável pelas próximas decisões: Fachin ou Mendonça.
Após receber a manifestação, o presidente do tribunal decidirá se conduzirá os próximos passos das investigações ou se devolverá os autos ao gabinete de Mendonça. Paralelamente, a Polícia Federal solicitou a prorrogação das apurações. Os pedidos foram apresentados depois que o caso chegou à presidência do Supremo.







