São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Davy Jones contesta uso de voz e imagem em animação da campanha de Zema

Youtuber afirma que não autorizou participação de personagem com aparência e voz semelhantes às suas em vídeo eleitoral.

Davy Jones contesta uso de voz e imagem em animação da campanha de Zema

O youtuber Davy Jones afirmou que não autorizou o uso de sua voz e de sua imagem em uma animação divulgada pela campanha de Romeu Zema (Novo), candidato à Presidência. A declaração foi publicada em vídeo neste domingo, 27.

Jones disse que um personagem da produção reproduz características semelhantes às suas e informou ter encaminhado o caso a advogados. “Obviamente, não autorizei nada disso”, afirmou. Segundo o youtuber, o vídeo deixou de aparecer no perfil de Zema, mas já havia sido compartilhado.

A campanha de Romeu Zema foi procurada na noite deste domingo, 27, para comentar a declaração. Não houve resposta até a publicação, e permanece aberto o espaço para manifestação.

Animação eleitoral

A peça simula um jogo de corrida de kart. Na produção, Zema aparece dirigindo com uma faixa presidencial, enquanto figuras conhecidas da política são apresentadas de maneira jocosa. A animação aparenta ter sido produzida com ferramentas de inteligência artificial e usa uma estética de fantoches de pano.

O vídeo também inclui um momento de reação de um boneco com aparência e voz semelhantes às de Davy Jones. O personagem faz comentários sobre o jogo e menciona uma corrida chamada “Chega de Intocáveis”. A produção apresenta ainda referências a quatro pistas, onze togas e 24 personagens descritos como intocáveis, além da ausência de freio constitucional.

Entre os personagens selecionáveis aparecem Zema, seu vice, Eduardo Girão, ministros do Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o presidente Luis Inácio Lula da Silva, Janja da Silva, Lulinha e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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