São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Shopko cancela leilão e inicia encerramento de suas lojas nos EUA

Sem comprador para manter a operação, a rede fundada em Wisconsin iniciou a liquidação do varejo e eliminou cerca de 14 mil empregos.

Shopko cancela leilão e inicia encerramento de suas lojas nos EUA

A Shopko anunciou em 18 de março de 2019 que não havia encontrado comprador para sua operação de varejo e cancelou o leilão que estava previsto no processo de reorganização judicial. A decisão levou ao encerramento ordenado das lojas e à liquidação dos estoques.

A Gordon Brothers ficou responsável por supervisionar a etapa final, inicialmente estimada em 10 a 12 semanas. O foco deixou de ser a preservação de uma empresa em funcionamento e passou a ser a venda dos ativos restantes e o fechamento das unidades.

A companhia havia pedido proteção do Chapter 11 em 16 de janeiro de 2019. Na ocasião, informou que enfrentava dívida elevada e pressões competitivas que enfraqueciam o negócio. A estratégia inicial previa manter parte das atividades enquanto algumas lojas fossem fechadas, as obrigações reorganizadas e alternativas para a continuidade fossem avaliadas.

Fundada em 1962 e sediada em Green Bay, Wisconsin, a Shopko operava mais de 360 lojas em 26 estados. A rede estava concentrada principalmente no Centro-Oeste, no Oeste e no Noroeste dos Estados Unidos. Seu modelo reunia lojas tradicionais, unidades menores Shopko Hometown, farmácias e centros ópticos.

A liquidação provocou a perda de aproximadamente 14 mil empregos, distribuídos por diferentes estados. Meses depois da falência, parlamentares americanos pediram explicações sobre relatos de trabalhadores que não teriam recebido verbas rescisórias prometidas.

A operação óptica não foi encerrada da mesma forma. Em março de 2019, a própria Shopko informou que ainda avaliava alternativas estratégicas para esse segmento. Já as lojas de descontos deixaram de operar como uma cadeia nacional após o fracasso da tentativa de encontrar um comprador.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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