Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
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Milei anuncia base naval e novas sanções por atividades nas Malvinas

Presidente argentino afirmou que pretende ampliar a pressão sobre empresas ligadas à exploração de recursos nas ilhas sem autorização de Buenos Aires.

Milei anuncia base naval e novas sanções por atividades nas Malvinas

O presidente da Argentina, Javier Milei, anunciou medidas para reforçar a reivindicação do país sobre as Malvinas, administradas pelo Reino Unido. Entre as iniciativas estão o aumento de recursos para a construção de uma base naval em Ushuaia e o endurecimento das sanções contra empresas que atuem nas ilhas sem autorização argentina.

Em mensagem transmitida pela televisão nacional, Milei voltou a defender a soberania argentina sobre o arquipélago. “As Malvinas são argentinas, por história e por direito. Não há discussão sobre isso”, afirmou.

O presidente também informou que assinará um decreto para acelerar os procedimentos aplicados contra empresas envolvidas em projetos de extração de petróleo nas ilhas sem autorização de Buenos Aires. O governo pretende ampliar a identificação das companhias relacionadas às atividades, incluindo acionistas, administradores e fornecedores.

Base naval em Ushuaia

A Argentina direcionará mais recursos à construção da Base Naval Integrada de Ushuaia, em Terra do Fogo. Milei atribuiu à infraestrutura uma função estratégica no Atlântico Sul e afirmou que ela terá importância para a atuação geopolítica do país.

“A base vai transformar-nos no polo logístico mais importante do Atlântico Sul e será fundamental para a projeção geopolítica da Argentina”, disse o presidente.

Empresas sob pressão

As medidas anunciadas também atingem companhias que participem da exploração de recursos naturais nas Malvinas sem autorização argentina. Um dos principais alvos é o projeto petrolífero Sea Lion, localizado ao norte das ilhas.

Milei declarou que pretende impedir a operação, em território argentino, de empresas envolvidas direta ou indiretamente em projetos nas Malvinas sem autorização do governo. A iniciativa inclui as companhias e os participantes identificados pelo governo como ligados às atividades de exploração.

O presidente advertiu que as empresas que atuarem nas ilhas sem autorização argentina terão de escolher entre manter essas operações ou enfrentar as medidas anunciadas.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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