Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
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Marinha dos EUA envia dois marinheiros de volta após briga em Pattaya

Militares estavam embriagados e brigavam perto da principal área noturna da cidade; não foram acusados por autoridades tailandesas.

Marinha dos EUA envia dois marinheiros de volta após briga em Pattaya

Dois marinheiros do porta-aviões USS Abraham Lincoln foram enviados de volta ao navio pela Marinha dos Estados Unidos após uma briga em Pattaya, na Tailândia. Segundo a polícia local, os militares estavam embriagados e se envolveram em uma altercação nas primeiras horas de quinta-feira, perto da Walking Street, principal área de vida noturna da cidade.

O chefe da polícia de Pattaya, coronel Anek Srathongyoo, afirmou que os moradores acionaram as autoridades para impedir que o episódio se agravasse. Ele classificou o caso como uma ocorrência trivial e disse que os marinheiros “estavam embriagados e a lutar entre si, fazendo muito barulho”.

Os dois militares não foram identificados e não sofreram acusações, porque, segundo Anek, não violaram nenhuma lei tailandesa. A polícia também informou que não houve outros incidentes relevantes desde a chegada do porta-aviões.

A presença do USS Abraham Lincoln atraiu atenção por causa de relatos sobre a deterioração das condições de vida a bordo após mais de 280 dias no mar. Deputados democratas norte-americanos haviam solicitado uma investigação sobre escassez de alimentos, problemas de canalização e crises de saúde mental, incluindo tentativas de suicídio. Donald Trump minimizou as preocupações. O navio foi substituído no Oriente Médio pelo USS George Washington.

Impacto em Pattaya

Antes da chegada do porta-aviões, as autoridades fizeram uma operação contra profissionais do sexo, mas negaram relação com a visita dos marinheiros. Pattaya é conhecida pela vida noturna e pelo turismo sexual.

Comerciantes esperavam aumento das receitas durante a escala, realizada em um período de menor movimento turístico. Nattakamol Chartmontri, massagista que trabalha na cidade há vários anos, disse que os marinheiros pareciam “jovens, bem-comportados e cumpridores das regras”. Aos 48 anos, ela afirmou que o movimento permanecia tranquilo e que a presença dos militares ainda não havia produzido impacto significativo nos negócios locais.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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