São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Lula prepara pedido a Trump enquanto ONU debate guerras e inteligência artificial

Assembleia Geral começa nesta terça-feira (22) com discursos de Trump, Lula e António Guterres em meio a conflitos e tensão política.

Lula prepara pedido a Trump enquanto ONU debate guerras e inteligência artificial

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, primeiro orador da Assembleia Geral da ONU, anunciará a Donald Trump que não interfira nas eleições brasileiras. O encontro ocorre nesta terça-feira (22), quando o presidente americano também discursará diante de uma organização que costuma criticar.

Lula busca a reeleição nas eleições de outubro contra Flávio Bolsonaro, aliado de Trump. As pesquisas indicam um segundo turno bastante acirrado entre os dois. Trump, por sua vez, enfrenta crescente impopularidade nos Estados Unidos, em grande parte associada ao aumento do custo de vida, às vésperas das eleições de meio de mandato.

O presidente americano iniciou, ao lado de Israel, uma guerra contra Teerã no final de fevereiro e tenta se desvencilhar do conflito. A guerra apresenta sinais de escalada e afeta o fluxo de petróleo e gás, com repercussões na economia global.

Conflitos no centro dos discursos

Trump também tem uma reunião agendada com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, em meio à intensificação do conflito com a Rússia nos últimos meses. Zelensky chamou a guerra de “ridícula e interminável” e afirmou que ela “precisa parar”.

António Guterres fará seu último discurso como secretário-geral da ONU. Seu segundo mandato, de cinco anos, termina em dezembro. Ao comentar a guerra na Ucrânia e a situação no Oriente Médio, o secretário-geral português, de 77 anos, afirmou que “as coisas pioram um pouco a cada dia” e disse não ter “nenhum poder”.

Guterres também deve abordar a inteligência artificial. Há alguns dias, ele pediu “coordenação global” diante de incidentes e alertas considerados preocupantes por diversos líderes do setor.

No ano passado, Trump acusou a ONU de inação e afirmou ter encerrado sete guerras em apenas alguns meses. Na ocasião, atacou as políticas de imigração de países europeus e classificou as mudanças climáticas como “a maior farsa” da história. Após chegar à sede da organização em Nova York, ainda criticou a quebra de uma escada rolante.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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