O estoque do Tesouro Direto chegou a R$ 272 bilhões em agosto de 2026, com alta de 43,0% sobre agosto de 2025. Na comparação mensal, houve queda de 0,1%. Os títulos remunerados por índices de preços concentraram a maior parcela desse volume, com R$ 128 bilhões, equivalentes a 47,1% do total.
O programa terminou o mês com 3.832.453 investidores ativos, aumento de 23.962 no período. O número de investidores cadastrados alcançou 36.439.397.
Perfil das operações
As vendas somaram R$ 15 bilhões em agosto, o maior valor da série histórica, distribuídas em 1.320.001 operações. Os títulos indexados à taxa Selic lideraram as aplicações, com R$ 7 bilhões e 46,9% das vendas. Na sequência, os papéis atrelados à inflação movimentaram R$ 5,5 bilhões, ou 36,3% do total, enquanto os prefixados alcançaram R$ 2,5 bilhões, equivalentes a 16,7%.
As operações de até R$ 1 mil representaram 55,7% do total. O valor médio por operação foi de R$ 11.366,43. Em relação aos prazos, os títulos com vencimento entre 1 e 5 anos responderam por 45,2% das vendas. Os papéis com prazo entre 5 e 10 anos ficaram com 43,2%, e aqueles com vencimento acima de 10 anos, com 11,7%.
Resgates e vencimentos alcançaram R$ 17,22 bilhões, resultando em emissão líquida negativa de R$ 2,21 bilhões. Nas recompras, os títulos indexados à Selic somaram R$ 3 bilhões, ou 67,4% do total. Os papéis remunerados por índices de preços totalizaram R$ 1.006,4 milhões, e os prefixados, R$ 423,6 milhões.
Além dos títulos atrelados à inflação, o estoque incluía R$ 106,9 bilhões em papéis indexados à taxa Selic e R$ 37,1 bilhões em prefixados.







