São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Economia

Mastercard e Yellow Card testam pagamentos com stablecoins em mercados emergentes

Parceria começa na Europa Oriental, no Oriente Médio e na África, com possível expansão para a América Latina, incluindo o Brasil.

Mastercard e Yellow Card testam pagamentos com stablecoins em mercados emergentes

A Mastercard e a Yellow Card anunciaram uma parceria para desenvolver e testar soluções de pagamentos com stablecoins. A iniciativa começará na região EEMEA, que reúne Europa Oriental, Oriente Médio e África, com operações previstas em países como Quênia, África do Sul e Emirados Árabes Unidos. A expansão posterior poderá alcançar mercados emergentes da América Latina, incluindo o Brasil.

O projeto será estruturado em quatro frentes: remessas internacionais, transações e liquidações entre empresas (B2B), programas de fidelidade digital e gestão de tesouraria. Para desenvolver as aplicações, as companhias pretendem trabalhar com instituições financeiras, bancos e órgãos reguladores locais.

A cooperação também prevê grupos técnicos para conectar infraestruturas de blockchain aos sistemas globais do ecossistema Mastercard. As empresas afirmam que tecnologias de verificação, como o Mastercard Crypto Credential, serão usadas para reforçar a segurança de transações transfronteiriças e integrar a rede financeira tradicional a formatos digitais.

A Yellow Card é uma provedora licenciada de infraestrutura de ativos digitais. Para as empresas, a iniciativa pode criar alternativas operacionais com menor custo e maior eficiência de processamento em operações corporativas e transferências de fundos.

“A união entre a infraestrutura de stablecoins da Yellow Card e a rede global da Mastercard é um marco para a modernização dos serviços financeiros em mercados emergentes”, afirmou Hugo Rodrigues, vice-presidente e head da América Latina da Yellow Card. Segundo ele, o projeto pretende facilitar transações transfronteiriças, reduzir custos para empresas e ampliar o acesso a serviços financeiros.

As companhias planejam usar os resultados dos primeiros testes para orientar a implementação da tecnologia em novos territórios. A próxima etapa dependerá do avanço das regulamentações sobre criptoativos e da adoção institucional de moedas emparelhadas a ativos reais.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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