São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Tecnologia

Projeto leva emulação de Nintendo Switch a PS5 modificado

ProsperoEden roda jogos do Switch diretamente no PS5, mas ainda tem limitações de compatibilidade e desempenho.

Projeto leva emulação de Nintendo Switch a PS5 modificado

O projeto ProsperoEden já executa jogos de Nintendo Switch diretamente em um PlayStation 5 modificado, sem exigir a instalação de Linux no console. A adaptação não oficial do emulador Eden ainda está em fase alpha, mas os testes registram vídeo, áudio, controles e salvamento em alguns títulos.

O ProsperoEden foi desenvolvido como uma aplicação homebrew nativa do PS5. Em vez de operar sobre uma instalação separada de Linux, utiliza diretamente o ambiente do console da Sony. A camada gráfica é fornecida pelo ps5-opengl, e o projeto ainda trabalha com OpenGL.

Hollow Knight foi confirmado pelo desenvolvedor como funcional, com vídeo, áudio, controle e suporte a saves. Em testes de desenvolvimento, Metroid Dread alcançou aproximadamente 59 a 60 FPS na tela de título e na seleção de arquivos. Super Mario 3D World ficou entre 35 e 53 FPS em sua tela inicial animada, enquanto Mario vs. Donkey Kong chegou a 30 FPS na tela de título.

Também foram registrados resultados com Cuphead, a 60 FPS, e Animal Crossing: New Horizons, a 30 FPS. Esses números, porém, não indicam que o desempenho se mantenha durante toda a jogabilidade.

Compatibilidade ainda é desigual

Mario Kart 8 Deluxe já consegue entrar no jogo e ser executado, mas não mantém 60 FPS de forma estável. Pokémon Legends Z-A permanece extremamente lento e pode apresentar travamentos. A recomendação atual é priorizar jogos 2D, plataformas e títulos menos exigentes, enquanto os jogos 3D mais pesados ficam para versões futuras.

O projeto oferece suporte ao DualSense, seleção entre os modos portátil e dock do Switch, biblioteca com capas, HUD de desempenho e atalhos pelo touchpad. Para usar o emulador, é necessário ter um PS5 compatível com homebrew.

O pacote não inclui jogos, firmware ou chaves do Nintendo Switch. Esses arquivos precisam ser fornecidos pelo usuário a partir de seus próprios dispositivos. O código-fonte completo ainda não foi publicado, mas o desenvolvedor afirma que pretende liberá-lo depois de concluir otimizações e ajustes na interface.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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