MANAUS — O lixão de Iranduba passou a ser monitorado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), que proibiu o descarte de novos resíduos no local. O incêndio na área ocorre há um mês, segundo as informações apresentadas por moradores durante reunião na Comunidade do Janauari, na zona ribeirinha do município, a 37,8 quilômetros de Manaus.
Moradores afirmam que o lixo começou a ser levado para outros pontos da zona rural. Um deles fica no Km 26 da rodovia AM-070, onde há grande quantidade de resíduos, segundo relatos. O material atrai ratos e urubus, além de provocar mau cheiro.
A situação também foi relatada no Km 37 da mesma rodovia, na Comunidade Ariaú. De acordo com os moradores, caminhões e veículos de empresas particulares passaram a despejar resíduos em uma área de mata nativa localizada a poucos metros da entrada de suas casas depois do início do incêndio no lixão principal.
Cobrança durante reunião
Na reunião, um morador não identificado cobrou do prefeito Augusto Ferraz uma solução para o lixão e afirmou que o projeto de um aterro sanitário está parado há três anos. O prefeito respondeu que o comunitário estava mentindo.
Ferraz também foi acusado de usar o encontro para fazer campanha eleitoral para a esposa, que disputa o cargo de deputada estadual. Um vídeo sobre o despejo de lixo foi exibido na Câmara Municipal pela vereadora Larissa Gomes.







