São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Gabrielli pressiona campanha de Lula por plano para eventual segundo turno

Coordenador do programa de governo petista cobra definição de estratégia enquanto equipe concentra esforços para evitar derrota no primeiro turno.

Gabrielli pressiona campanha de Lula por plano para eventual segundo turno

A campanha de Lula trabalha para evitar uma derrota no primeiro turno, enquanto o coordenador do programa de governo petista, José Sérgio Gabrielli, pressiona por uma estratégia para uma eventual disputa contra Flávio Bolsonaro (PL). O ex-presidente da Petrobras avalia que é preciso definir rapidamente as principais linhas de atuação da campanha para a segunda votação.

A urgência está relacionada ao prazo reduzido entre as duas etapas da eleição: seriam apenas 21 dias de campanha no segundo turno. Gabrielli tem insistido para que dirigentes das áreas de marketing e comunicação se reúnam com ele e estabeleçam as diretrizes da disputa.

Esforço concentrado na reta final

Os apelos, porém, ainda não resultaram na reunião defendida pelo coordenador. A equipe de Lula concentra esforços na reta final para garantir a passagem ao segundo turno, em um cenário considerado apertado. Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente do petista em algumas pesquisas sobre uma eventual segunda votação.

Lula pediu força total da equipe até o próximo domingo, 4 de outubro. A prioridade é impedir que a disputa pelo Palácio do Planalto seja definida no primeiro turno em favor do candidato do PL.

Integrantes da campanha pediram calma a Gabrielli, chamado de Zé, para que a equipe se dedique à última semana antes da eleição. Um dos estrategistas afirmou que não haverá uma medida decisiva isolada. A orientação é colocar em prática, ao mesmo tempo, iniciativas planejadas nas semanas anteriores para alcançar eleitores indecisos.

Entre as ações está o reajuste de 15% do Bolsa Família, além do anúncio de canetas emagrecedoras no SUS, ainda sem detalhamento orçamentário. A campanha afirma que a medida tem aprovação de 88% da população, conforme seus trackings. Também integra a estratégia o cerco às bets, com a intenção declarada de reduzir o endividamento das famílias e conquistar votos.

A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro é descrita como menor do que na eleição de 2022, que já havia sido marcada por uma disputa acirrada.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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