Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Política

Cury condiciona privatização dos Correios à recuperação financeira da estatal

Candidato do Avante disse que venderia empresas estatais ineficientes e destinaria parte dos Correios aos funcionários.

Cury condiciona privatização dos Correios à recuperação financeira da estatal

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou que privatizaria empresas estatais consideradas ineficientes, incluindo os Correios, caso não seja possível recuperar a situação financeira da companhia.

Cury condicionou a venda à viabilidade de recuperação da estatal. Na avaliação dele, o governo não deve sustentar indefinidamente uma empresa deficitária, diante de um rombo no caixa que considerou insustentável. O candidato reconheceu a função social dos Correios, mas manteve a defesa de uma eventual privatização se a empresa não puder ser recuperada.

Em caso de venda, Cury afirmou que uma parcela dos Correios deveria ser destinada aos funcionários. A proposta apresentada prevê que um terço da empresa seja direcionado a um fundo dos próprios colaboradores.

O candidato também distinguiu os Correios da Petrobras. Para ele, a mesma lógica de privatização não deveria ser aplicada à estatal de petróleo. Cury defendeu que os recursos recebidos pelo governo como acionista da Petrobras sejam usados para ampliar o crédito destinado a pequenos negócios.

A proposta prevê financiar 1 milhão de microempresas por ano com recursos da Petrobras, oferecendo crédito mais barato. Cury afirmou que a medida poderia ajudar pessoas sem condições de realizar seus projetos empresariais.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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