São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Augusto Cury critica Flávio Bolsonaro e promete chamar Zema e Caiado

Candidato do Avante voltou a questionar a atuação do senador e disse que convidaria os dois adversários para seu governo.

Cury volta a atacar Flávio e, após debate, diz que chamaria Zema e Caiado para o governo

Augusto Cury (Avante) voltou a criticar Flávio Bolsonaro nesta segunda-feira, 21, após o debate promovido pelo Flow Podcast. O candidato à Presidência acusou o senador de não ter experiência administrativa e questionou sua relação com o Banco Master e uma chocolateria associada a ele.

"O Flávio Bolsonaro, que sempre foge, porque nunca foi um grande gestor", afirmou Cury. Na avaliação do candidato, Flávio teria dependido do dinheiro público por meio de cargos eletivos ou não e não apresentaria histórico de gestão.

Cury também disse que a chocolateria não teria apresentado uma explicação para o lucro obtido e classificou como "promíscua" a relação atribuída ao senador com o Banco Master. A declaração retomou uma acusação relacionada à franquia da Kopenhagen da qual Flávio era sócio.

O Ministério Público do Rio de Janeiro investigou suspeitas de lavagem de dinheiro ligadas ao caso conhecido como “rachadinha”, atribuído ao gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Para a Promotoria, depósitos em dinheiro vivo considerados incompatíveis com empreendimentos semelhantes indicariam que até R$ 1,6 milhão poderiam ter sido ocultados por meio da franquia. Flávio sempre negou irregularidades.

O candidato ainda repetiu uma comparação feita no debate entre o custo do projeto Dark Horse e o de um filme baseado em suas próprias obras. Segundo Cury, a produção cinematográfica teria custo de nove a dez vezes menor que o projeto.

Convites para o governo

Apesar dos ataques a Flávio, Cury adotou tom de composição ao comentar a participação de Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) no debate. Ele afirmou que convidaria os dois para ocupar ministérios caso fosse eleito.

"O Zema e o Caiado para serem meus ministros", declarou. Cury acrescentou que o governo deveria reunir pessoas qualificadas e atuar sem egos, levando em conta os 210 milhões de brasileiros.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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