RIO GRANDE DO NORTE — Allyson Bezerra (União) lidera a disputa pelo governo do Rio Grande do Norte com 39% das intenções de voto, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira, 24. Cadu Xavier (PT) registra 21%, e Álvaro Dias (PL), ex-prefeito de Natal, aparece com 18%. A margem de erro é de três pontos percentuais, o que coloca Cadu e Dias em empate técnico.
Brancos e nulos somam 11%, enquanto 10% dos entrevistados ainda estão indecisos. Rodrigo Bolsonaro (Agir) foi o único entre os demais candidatos a pontuar, com 1%.
Na pesquisa de agosto, Allyson tinha 25%, Cadu marcava 21% e Álvaro Dias, 19%. Naquele levantamento, os três estavam tecnicamente empatados.
Cenários de segundo turno
Em uma eventual disputa entre Allyson e Cadu, o candidato do União Brasil aparece com 50%, contra 30% do petista. Brancos, nulos e indecisos somam 20% nesse cenário.
Se o adversário for Álvaro Dias, Allyson registra 49%, ante 27% do candidato do PL. A soma de brancos, nulos e indecisos chega a 24%.
A Quaest fez 804 entrevistas entre 21 e 24 de setembro. O levantamento tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo RN-01492/2026.
Senado e Presidência
Na corrida por uma das vagas do Rio Grande do Norte no Senado, Styvenson Valentim (Podemos) aparece com 19%, seguido por Zenaide Maia (PSD), com 12%. Samanda de Lula (PT) e Coronel Hélio (PL) têm 9% cada; Rafael Motta (PDT), 7%; e Sandro Pimentel (PSOL), Gari Wendell Batista (Agir), Rosália Fernandes (PSTU) e Tércio Tinôco (União), 1% cada. Indecisos somam 17%, e brancos ou nulos, 23%.
Na disputa presidencial entre os nomes que pontuaram no estado, Lula (PT) lidera com 52%, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 25%. Escritor Augusto Cury (Avante) tem 6%, enquanto Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) registram 2% cada. Brancos, nulos e indecisos somam 13%.
Em agosto, Lula tinha 54%, Flávio, 20%, Cury, 1%, Renan, 2%, e Caiado, 2%. Os indecisos eram 7%, contra 11% na sondagem mais recente.







