São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Produção de dois modelos eletrificados começa em 2027 com novo aporte da Renault e Geely

Empresas elevarão para € 899 milhões os investimentos no Brasil entre 2025 e 2027, com produção local de modelos elétricos e eletrificados.

Produção de dois modelos eletrificados começa em 2027 com novo aporte da Renault e Geely

A Renault Geely do Brasil começará a fabricar, a partir de 2027, um novo modelo eletrificado da Renault e o Geely EX2, veículo 100% elétrico. A produção será realizada no Brasil, descrito no comunicado da empresa como o maior mercado automotivo da América Latina.

Para viabilizar a expansão, a companhia anunciou mais 319 milhões de euros em investimentos no país, equivalentes a R$ 1,89 bilhão. Com o novo aporte, o total destinado pela Renault e pela Geely entre 2025 e 2027 chegará a 899 milhões de euros, ou R$ 5,35 bilhões.

Ariel Montenegro, CEO da Renault Geely do Brasil, afirmou que a operação será preparada para reunir as capacidades das duas marcas e produzir tecnologias localmente. “Além do lançamento de novos modelos, estamos preparando nossas operações para o futuro”, disse.

A Renault Geely do Brasil é uma subsidiária brasileira da montadora francesa, com participação de 26,4% do grupo chinês Geely. Em novembro do ano passado, o Grupo Renault anunciou um acordo de cooperação abrangente com a empresa chinesa no Brasil. O entendimento inclui a fabricação de veículos da Geely em uma fábrica da Renault e o acesso a parte da rede de concessionárias da montadora francesa.

O Grupo Renault também havia indicado investimentos de cerca de 616 milhões de euros, aproximadamente R$ 3,66 bilhões, em seu complexo industrial no sul do país.

As empresas mantêm outras alianças. Geely e Grupo Renault criaram a Horse Powertrain em 2024, empresa conjunta voltada à produção de motores para veículos a combustão e híbridos. Em 2022, a Geely adquiriu 34% da Renault Korea. As parcerias contribuíram para o avanço das vendas globais do grupo francês no primeiro semestre de 2026, em um cenário de dependência do mercado europeu em baixa.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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