Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
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Júri não chega a consenso e julgamento de Lindsay Clancy é anulado

Juiz William Sullivan encerrou o processo sem veredicto no caso da mulher acusada de matar os três filhos em Massachusetts.

Júri não chega a consenso e julgamento de Lindsay Clancy é anulado
Foto: Pool via Reuters

O juiz William Sullivan declarou nulo o julgamento de Lindsay Clancy depois de o júri não alcançar consenso sobre o caso. Clancy é acusada de matar os três filhos menores em Duxbury, Massachusetts, nos Estados Unidos.

O crime ocorreu em janeiro de 2023. Conforme os fatos apresentados no processo, Clancy teria estrangulado as crianças com bandas elásticas de exercício na cave da casa. Em seguida, cortou-se com uma faca e saltou do segundo andar, em uma tentativa de suicídio que a deixou paralisada. O marido a encontrou no quintal ao voltar para casa, com cortes no pulso e no pescoço.

O julgamento teve o depoimento de mais de 80 testemunhas e reuniu mais de 300 elementos de prova. O caso também provocou debate sobre saúde mental materna nos Estados Unidos.

Teses da acusação e da defesa

Clancy afirmou ter ouvido vozes que ordenaram que ela cometesse os crimes. A defesa alegou que ela sofria de psicose pós-parto e estava em um episódio psicótico quando matou os filhos. Por isso, pediu que fosse considerada inocente por insanidade mental.

Os procuradores apresentaram evidências de premeditação e sustentaram que Clancy compreendia as consequências de seus atos. A acusação afirmou que ela pediu ao marido que buscasse comida e passasse em uma farmácia após verificar no celular quanto tempo ele levaria para retornar.

Familiares, incluindo o ex-marido de Clancy, Patrick, relataram que ela enfrentava problemas de saúde mental nos meses posteriores ao nascimento do terceiro filho. Segundo os depoimentos, ela pediu ajuda várias vezes, procurou tratamento com profissionais de saúde e recebeu uma série de medicamentos.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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