Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
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Enviados dos EUA podem viajar a Moscou e Kiev no fim de semana

Presidente ucraniano confirmou contatos com representantes dos Estados Unidos, mas o Kremlin não confirmou a viagem à Rússia.

Enviados dos EUA podem viajar a Moscou e Kiev no fim de semana
Foto: Anastasia Barashkova - Reuters

Representantes dos Estados Unidos devem visitar Moscou e Kiev no fim de semana para tratar das negociações de paz entre Rússia e Ucrânia. A agenda foi confirmada pelo presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, enquanto o Kremlin afirmou que ainda não faria um anúncio sobre os contatos.

Zelensky disse que havia se reunido com a equipe responsável pelas negociações e que os enviados do presidente dos EUA haviam confirmado encontros nas duas capitais. A parte da viagem relacionada à Ucrânia, porém, ainda estava em discussão. Uma pessoa familiarizada com o assunto afirmou que domingo havia sido mencionado como uma possível data.

A mesma fonte disse que a Rússia se opõe à visita a Kiev e tenta alterar o plano. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, não confirmou a agenda. “Não farei nenhum anúncio agora, mas daremos informações quando esses contatos ocorrerem”, afirmou.

Divergências permanecem

O presidente russo, Vladimir Putin, declarou na quinta-feira que existe possibilidade de um acordo para encerrar a guerra na Ucrânia. Em um fórum econômico, disse que países como Estados Unidos e China estão dispostos a apoiar uma solução de paz.

Putin afirmou que a questão deve ser resolvida por Rússia e Ucrânia, os países envolvidos no conflito. “Existe alguma possibilidade? Na minha opinião, sim, existe”, disse.

As posições dos dois governos continuam divergentes. Segundo Peskov, permanece inalterada a exigência apresentada por Putin há dois anos: a Ucrânia deveria ceder todo o território de quatro regiões reivindicadas pela Rússia e abandonar o plano de integrar a NATO.

A Ucrânia rejeita a cessão de território. As últimas negociações entre os dois países, mediadas pelos Estados Unidos, ocorreram em fevereiro. Peskov afirmou que um acordo de paz não pode ser descartado, mas que a base necessária para isso não existe no momento. “O trabalho continua e os contactos também”, declarou.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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