São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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Alonso troca parte do cardio por musculação para seguir na Fórmula 1

Aos 45 anos, o piloto redistribuiu o treino entre força, resistência e recuperação para atender às exigências da categoria.

Alonso troca parte do cardio por musculação para seguir na Fórmula 1

Fernando Alonso ajustou a preparação física ao longo dos anos para continuar competindo na Fórmula 1. Aos 45 anos, o piloto espanhol reduziu a ênfase no exercício cardiovascular e aumentou o trabalho de musculação, em uma mudança que, segundo ele, começou depois dos 33 ou 34 anos.

A alteração está relacionada à necessidade de compensar a perda gradual de massa muscular associada ao avanço da idade. Alonso ainda mantém atividades aeróbicas, mas passou a dividir a preparação entre resistência, força e recuperação, em vez de concentrar o treinamento apenas no condicionamento cardiovascular.

Rotina varia conforme o calendário

Na pré-temporada, o volume de exercícios pode chegar a quatro ou cinco horas por dia. Nesse período, Alonso combina dois ou três dias de cardio com três dias de academia. A rotina é diferente durante a temporada, quando viagens, compromissos dos Grandes Prêmios e necessidade de recuperação reduzem o tempo disponível.

Durante o calendário da Fórmula 1, o treinamento passa a ter caráter de manutenção e fica em aproximadamente duas horas por dia. A meta é preservar a condição física obtida no período mais intenso sem comprometer o descanso e o desempenho dentro do carro.

O trabalho de força inclui atenção específica ao pescoço. A musculatura cervical precisa sustentar a cabeça durante acelerações laterais e longitudinais elevadas, enquanto o capacete e as forças geradas nas curvas ampliam a exigência sobre a região. A parte superior do corpo também integra essa preparação.

Peso e sono entram no planejamento

Alonso procura manter o peso corporal estável ao longo do ano. Depois que a equipe tira as medidas para fabricar o assento, ele evita variações superiores a aproximadamente um quilo durante os meses de competição. Alimentação, treinamento e recuperação são tratados como partes de um mesmo planejamento, com foco em preservar força sem alterar de forma relevante a composição corporal usada como referência no carro.

O sono também tem papel central na recuperação. O piloto afirmou que costuma dormir cerca de nove horas por noite e, quando a agenda permite, tenta chegar a dez ou onze. A rotina combina treinos, viagens e esforço físico no cockpit, o que torna o descanso parte da preparação.

Nascido em 29 de julho de 1981, Alonso completou 45 anos em 2026 e continua competindo pela Aston Martin. A mudança não eliminou o cardio, mas alterou sua distribuição: em comparação com os 20 anos, o piloto dedica menos tempo à resistência e mais atenção aos pesos, enquanto as sessões de cinco horas ficam concentradas na fase mais intensa fora da temporada.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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