São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Economia

Calendário do INSS combina valor do benefício e número final para liberar pagamentos

Depósitos de setembro começam nesta quinta-feira (24), com prioridade para beneficiários que recebem até um salário mínimo.

Calendário do INSS combina valor do benefício e número final para liberar pagamentos

O calendário de setembro do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) leva em conta dois critérios: o valor do benefício e o número final registrado antes do dígito verificador. A primeira etapa contempla aposentados, pensionistas e demais beneficiários que recebem até um salário mínimo.

Os depósitos dessa faixa começam nesta quinta-feira (24). A sequência parte dos benefícios com final 1 e termina em 7 de outubro, quando estão previstos os pagamentos para quem tem final 0.

Para os segurados com renda acima do salário mínimo, a liberação começa em 1º de outubro. Nesse grupo, dois finais de benefício são contemplados por dia, também até 7 de outubro. O pagamento pode alcançar valores até o teto da Previdência Social.

Como funciona a competência

A competência indica o mês ao qual o benefício se refere. Os depósitos podem começar nos últimos dias desse mês e avançar para o início do período seguinte. Na competência de dezembro, por exemplo, os pagamentos começam no fim de dezembro e prosseguem nos primeiros dias de janeiro.

O calendário nacional já considera os feriados bancários, portanto essas datas não interrompem a programação. Feriados estaduais ou municipais também não impedem a disponibilidade dos valores para saque e movimentação, mesmo quando não há expediente bancário local.

Reajuste e movimentação

Quem recebe aposentadoria, pensão, auxílio ou BPC em conta aberta exclusivamente para esse fim pode sacar o dinheiro em caixas eletrônicos. A conta também permite transferências e movimentações pela internet.

Os benefícios são reajustados no início do ano, depois da divulgação do INPC pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O salário mínimo atual é de R$ 1.621, alta de R$ 103, equivalente a 6,78%, em relação ao piso de R$ 1.518. O cálculo considera inflação de 4,18% medida pelo INPC e a regra de ganho real limitada pelo arcabouço fiscal. Sem essa limitação, o valor seria de R$ 1.636 em 2026.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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