São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Tecnologia

Monitor curvo: quando vale a pena escolher o formato ultrawide

O Samsung Odyssey G5 combina tela de 34 polegadas, curvatura 1000R e recursos voltados a jogos e produtividade.

Monitor curvo: quando vale a pena escolher o formato ultrawide

A escolha de um monitor curvo depende principalmente do uso. O formato tende a beneficiar quem joga por longos períodos, trabalha com muitas informações na tela ou busca uma experiência ultrawide para entretenimento. Já profissionais que precisam de precisão de cor e linearidade podem preferir um monitor plano.

A curvatura aproxima as extremidades da tela da distância focal dos olhos. Em telas grandes e planas, as bordas ficam um pouco mais distantes do centro, o que pode aumentar o cansaço visual durante sessões prolongadas. No modelo curvo, a distância entre os olhos e os diferentes pontos da tela fica mais uniforme.

Esse desenho também amplia a sensação de imersão, sobretudo em telas ultrawide. Jogos em terceira pessoa, RPGs de mundo aberto, simuladores de corrida e títulos de estratégia estão entre os que mais aproveitam a combinação entre largura e curvatura. O formato ainda reduz reflexos laterais, porque as bordas ficam levemente direcionadas para o usuário.

Onde o monitor curvo perde vantagem

A curvatura pode não ser a melhor opção para edição de imagens e vídeo. Designers gráficos, fotógrafos e editores que precisam avaliar cores e linhas com precisão tendem a optar por telas planas, já que o formato curvo pode alterar levemente a percepção de linhas retas nas extremidades.

O ângulo de visão também é mais estreito. Pessoas que não estiverem centralizadas diante da tela podem perceber alguma distorção, o que limita o uso compartilhado em apresentações ou jogos em grupo. Além disso, monitores ultrawide de 34 polegadas exigem espaço adequado na mesa. A distância recomendada no texto é de pelo menos 60 a 80 cm; muito perto, a curvatura pode perder efeito e causar incômodo.

Para planilhas, código, escrita e outras tarefas que exigem visualizar muito conteúdo ao mesmo tempo, o ultrawide oferece uma experiência semelhante à de dois monitores, sem uma divisão central. O formato também atende quem alterna entre trabalho e entretenimento.

Samsung Odyssey G5

O Samsung Odyssey G5 reúne especificações voltadas principalmente a esse perfil. Sua curvatura 1000R significa que, ao prolongar o arco da tela, ele formaria um círculo de 1 metro de raio. O desenho ocupa grande parte do campo de visão sem exigir que o usuário mova os olhos constantemente até as extremidades.

A resolução Ultra WQHD de 3440×1440 pixels oferece mais definição que o Full HD e um campo de visão amplo. A taxa de atualização de 165Hz favorece cenas rápidas, enquanto o tempo de resposta de 1ms reduz o intervalo entre o comando e sua exibição.

O AMD FreeSync Premium sincroniza a atualização do monitor com a placa de vídeo e elimina o tearing, efeito de imagem partida causado pela falta de sincronia entre os equipamentos. O modelo também é compatível com G-Sync nos drivers mais recentes para usuários Nvidia.

O suporte a HDR10 amplia a profundidade das cores, com pretos mais escuros e brancos mais luminosos. HDMI e DisplayPort permitem a conexão com consoles e PCs sem adaptadores. O design segue a linha futurista da série Odyssey, com uma traseira compatível com setups modernos.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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