São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Tecnologia

Gears of War: E-Day acerta no combate, mas divide opiniões sobre a campanha

As análises destacam a evolução do sistema de cobertura e do visual, mas apontam repetição e ritmo irregular na história.

Gears of War: E-Day acerta no combate, mas divide opiniões sobre a campanha

As primeiras análises de Gears of War: E-Day destacam o combate como o principal acerto do novo capítulo da franquia, após sete anos sem um lançamento principal. O jogo recupera Marcus Fenix e Dom Santiago em uma campanha ambientada durante a invasão Locust, mas divide opiniões quando precisa sustentar sua estrutura ao longo da história.

A movimentação foi ampliada com um sistema de cobertura adaptativa, que permite usar elementos menores do cenário. Salto, escalada e transições entre posições também ficaram mais naturais. A separação entre corrida e escalada aumenta a mobilidade e reduz a dependência do ciclo tradicional de correr até uma parede, atirar e mudar de posição.

Em níveis de dificuldade maiores, os inimigos pressionam as posições ocupadas e forçam trocas frequentes de cobertura. O arsenal ganhou novas armas, modificações e melhorias obtidas durante a exploração. Também há equipamentos com características ajustáveis, armaduras com vantagens e adversários mais agressivos.

O aspecto visual está entre os pontos mais elogiados. Kalona começa preservada e é progressivamente destruída à medida que a invasão avança. Ambientes, iluminação e personagens foram apontados como uma demonstração do potencial da Unreal Engine 5. A presença de civis, interiores e ruas ajuda a representar uma sociedade ainda em funcionamento antes da catástrofe.

A campanha, porém, recebeu avaliações menos uniformes. Uma análise atribuiu 4 de 5 estrelas ao jogo, mas criticou a repetição de combates em arenas com cobertura e o reaproveitamento de locais. Objetivos opcionais, colecionáveis e melhorias reduzem parcialmente o problema, sem alterar a estrutura central.

Outra avaliação considerou a campanha longa em relação à variedade oferecida. Entre as críticas estão inimigos que suportam muitos tiros, chefes com barras de vida extensas e atividades opcionais destacadas demais no mapa. A estrutura híbrida entre progressão linear e exploração também foi vista como irregular: o jogo se destaca nas grandes sequências cinematográficas, mas perde ritmo quando oferece mais liberdade.

A narrativa divide opiniões de forma semelhante. O tom sombrio e os temas de luto, trauma e sobrevivência foram elogiados, assim como a caracterização dos personagens. Por outro lado, houve expectativa de um desenvolvimento mais profundo da relação entre Marcus e Dom. Parte da crítica considerou que personagens novos recebem espaço demais e que o principal momento emocional da dupla chega perto do fim.

A avaliação mais negativa deu 3 de 5 estrelas. Mesmo reconhecendo a qualidade do combate, ela apontou repetição, reutilização de áreas e pouca evolução das ideias apresentadas no início.

O consenso é de que E-Day entrega um sistema de combate forte e um visual tecnicamente impressionante. A divergência está na capacidade da campanha de manter essa qualidade sem perder variedade, ritmo e profundidade emocional.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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