São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Zema promete reduzir juros e ampliar crédito ao agronegócio

Em visita a Varginha, o presidenciável também criticou as medidas recentes do governo federal e defendeu simplificação tributária.

Zema promete reduzir juros e ampliar crédito ao agronegócio

Romeu Zema prometeu reduzir a taxa de juros para menos da metade caso seja eleito presidente, além de diminuir o custo Brasil e controlar os gastos públicos. O candidato também defendeu a simplificação tributária e afirmou que os juros atuais prejudicam famílias e empresas.

“gastar pouco”, disse Zema ao apresentar a proposta econômica. Ele afirmou que consumidores que financiam carros ou motos acabam pagando o equivalente a dois veículos, sem detalhar como pretende executar a redução dos juros.

Críticas ao governo federal

Durante uma caminhada pelo comércio local de Varginha, em Minas Gerais, Zema classificou como “aberração eleitoral” as medidas recentes adotadas pelo governo federal. A declaração foi feita neste sábado, 26, em conversa com jornalistas.

O candidato questionou por que o governo aprovou as bets anteriormente e disse que a decisão teria sido tomada com foco na arrecadação, mesmo com efeitos financeiros sobre pessoas mais humildes. Sem citar diretamente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou que o presidente é oportunista e declarou que o governo abriu espaço para a bandidagem.

Promessas para o campo

Zema também prometeu ampliar as linhas de crédito para o agronegócio local, com juros menores. Segundo ele, o produtor teria ganhos com a medida e com a criação de um seguro-safra. O candidato ainda afirmou que, em um eventual governo, não haveria invasão de terra.

“a taxa de juros vai cair para menos da metade” foi uma das principais promessas feitas durante a visita. A declaração foi apresentada como parte de um conjunto de medidas voltadas à redução dos custos para consumidores, empresas e produtores.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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