SÃO PAULO — Augusto Cury, candidato à Presidência pelo Avante, defendeu a criação de um projeto de pacificação nacional com especialistas, gestores de empresas e políticos sem histórico de corrupção. A proposta foi apresentada durante visita à 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Cury afirmou que pretende atuar apenas como uma etapa de mudança no modelo político. “Eu não quero fazer carreira política, eu quero ser apenas a transição”, declarou.
Na avaliação do candidato, o eleitor demonstra um “desânimo sem precedente” com a política. Ele também afirmou que o Brasil vive uma “epidemia de corrupção” e está submetido a famílias, além de criticar o que chamou de política de ego e partidária.
Cury disse ainda que busca mais do que o voto dos eleitores para apoiar suas propostas. “Eu não peço apenas um voto das pessoas, eu peço o coração das pessoas para compreender as nossas propostas para pacificar essa nação”, afirmou.







