O primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, afirmou nesta quinta-feira, 17, que avaliações de inteligência indicam planos russos para atacar, com drones e mísseis, países que apoiam a Ucrânia. Segundo ele, a Polônia está entre os possíveis alvos.
Ao Parlamento, Tusk classificou as ações previstas como ataques híbridos. Em uma publicação no X, declarou: “Não estamos buscando a guerra, mas se alguém a iniciar, saberemos como nos defender”.
O premiê também relatou um bombardeio russo na região de Yohodyin e Dorohusk, perto da fronteira polonesa. De acordo com seu relato, o ataque atingiu um posto de gasolina e provocou uma explosão.
As Forças Armadas Polonesas enviaram caças para missões emergenciais de vigilância aérea. Tusk disse que a medida repetiu uma resposta adotada dois dias antes e na noite anterior, diante de ataques russos considerados iminentes.
A Polônia assinala o aniversário de 87º anos da invasão soviética ocorrida em 1939. Paralelamente, o governo polonês defende que a segurança europeia tenha papel central no orçamento da União Europeia.







