São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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NOAA eleva para 75% chance de El Niño histórico no fim de 2026

A NOAA projeta que o fenômeno atingirá o pico no fim de 2026 e poderá superar registros desde 1950.

NOAA eleva para 75% chance de El Niño histórico no fim de 2026

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) estima em 75% a probabilidade de o atual El Niño atingir intensidade histórica. A avaliação foi divulgada nesta quinta-feira (10), com base em medições e modelagens que indicam continuidade do fortalecimento do fenômeno até o fim de 2026.

Para a NOAA, durante a temporada de outubro – dezembro de 2026, há 75% de probabilidade de que o evento supere a força dos episódios registrados desde 1950. Um mês antes, a estimativa era de 69%.

O El Niño é uma variação natural do clima que ocorre a cada dois e sete anos. O fenômeno começa com o aquecimento das águas superficiais no centro e no leste do Pacífico equatorial, seguido por mudanças nos padrões globais de vento, pressão e precipitação.

Efeitos previstos

O fenômeno está associado a secas, inundações e temperaturas extremas em diferentes regiões. No ano passado, causou ou agravou riscos de secas e incêndios em áreas da Amazônia, da América Central, da Indonésia e da Austrália. Também alterou o regime de monções na Índia e provocou chuvas torrenciais no leste da África.

No início de setembro, Celeste Saulo, secretária-geral da Organização Meteorológica Mundial, afirmou que o episódio poderia superar, em intensidade, tudo o que havia sido observado desde o início do monitoramento.

O El Niño se soma aos efeitos das mudanças climáticas provocadas por atividades humanas, que ampliam especialmente os eventos climáticos extremos. No ano seguinte ao fenômeno, o calor acumulado no oceano é liberado para a atmosfera e eleva as temperaturas globais. Com base nessa dinâmica, climatologistas preveem que 2027 será o ano mais quente já registrado.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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