Uma mulher que acusava Shawn Carter, conhecido como Jay-Z, de estupro declarou à Justiça que as alegações eram falsas. Ela também retirou a denúncia contra o empresário Sean “Diddy” Combs, apontado como coautor do crime que teria ocorrido após o MTV Video Music Awards de setembro de 2000.
Em declaração apresentada no processo, a mulher afirmou: “Eu nunca conheci nem conversei com o senhor Carter. O senhor Carter nunca teve qualquer conduta imprópria comigo”. Ela disse ainda que não corresponde à realidade a versão de que teria sido violentada por Carter e Combs enquanto uma terceira celebridade assistia.
“Não há nada de verdadeiro em nenhuma das minhas acusações contra o senhor Carter”, acrescentou. O documento foi juntado pelos advogados do rapper a uma ação movida contra a mulher e sua equipe jurídica. Com a retirada das acusações, o processo passa a ser encerrado.
Origem do relato
A mulher disse que as acusações surgiram no segundo semestre de 2024, depois que viu no Facebook um anúncio em busca de possíveis vítimas de Combs. Segundo ela, o conteúdo “reavivou as lembranças de um estupro que sofri aos 13 anos”.
Ela afirmou não se lembrar de ter autorizado formalmente a apresentação da ação judicial naquele ano. Posteriormente, retirou o processo ao passar a questionar as próprias alegações.
O documento, parcialmente censurado, menciona que a mulher enfrentava problemas de saúde mental. A acusação original afirmava que o estupro teria ocorrido quando ela tinha 13 anos e que uma terceira celebridade havia presenciado a cena.
Combs, de 56 anos, cumpre pena de mais de quatro anos de prisão desde outubro de 2025, após ser condenado por violência sexual contra ex-companheiras.







