São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Apple avança, mas semicondutores puxam índices de Nova York para baixo

Ações de tecnologia recuaram diante da alta do petróleo e dos juros dos Treasuries, enquanto a Apple subiu 3,5%.

Apple avança, mas semicondutores puxam índices de Nova York para baixo

As ações de semicondutores lideraram a queda das bolsas de Nova York nesta quinta-feira, 10, em meio à preocupação de que a alta da energia pressione a inflação e leve o Federal Reserve a manter juros mais elevados. Intel e Micron Technology recuaram cerca de 5%, enquanto os papéis da Nvidia perderam mais de 2%.

O Dow Jones caiu 0,6%, aos 52.064,10 pontos. O S&P 500 teve baixa de 0,58%, para 7.591,70 pontos, e o Nasdaq recuou 0,65%, encerrando em 26.081,72 pontos. Dez dos 12 setores do S&P 500 terminaram a sessão no vermelho.

O movimento ocorreu após o petróleo subir mais de 6%, em reação às trocas de ataques nos estreitos de Ormuz e Bab-al-Mandeb, que afetam o fluxo da commodity na Península Arábica. Os juros dos Treasuries também avançaram, e a T-note de 10 anos voltou a se aproximar dos 5%.

Inflação no radar

A alta da energia aumentou a preocupação dos investidores na véspera da divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI) dos EUA. O cenário ocorre enquanto a guerra no Oriente Médio dá sinais de longevidade. O noticiário geopolítico se sobrepôs aos dados mais fracos da inflação ao produtor (PPI) dos EUA.

Chris Osmond, analista da Fifth Third Wealth Advisors, afirmou que, apesar da relativa fraqueza do índice cheio do PPI, houve grandes saltos nas tarifas aéreas e na saúde. “Tudo isso combinado com os preços elevados do petróleo e uma reunião do Federal Reserve (Fed) na próxima semana, os investidores estão vendo a leitura como inflacionária”, disse.

Na contramão do mercado, a Apple subiu 3,5% após anunciar, na quarta-feira, o lançamento de seu primeiro smartphone dobrável, o iPhone Duo, por US$ 2000. Adobe e Oracle caíram 2% e 5%, respectivamente, antes da divulgação de seus balanços após o fechamento dos mercados.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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