Tomate e batata-inglesa estiveram entre os itens que mais pressionaram o IPC-S para cima na terceira quadrissemana de setembro. A variação do tomate passou de 14,52% para 24,02%, enquanto a da batata-inglesa saiu de -0,23% para 13,69%. Também contribuíram a tarifa de eletricidade residencial, que permaneceu em 8,64%, o condomínio residencial, de 1,24% para 1,30%, e os cigarros, de 12,23% para 6,57%.
Na direção oposta, o cinema registrou -33,38%, ante -28,12% na leitura anterior. Mamão papaya variou -15,11%, contra -16,99%; o seguro facultativo para veículo, -1,90%, ante -2,17%; e a passagem aérea, -2,10%, contra -6,98%. A tarifa de ônibus urbano manteve -1,56%.
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal da Fundação Getulio Vargas avançou 0,52%, acima dos 0,49% registrados na segunda quadrissemana. Em 12 meses, o indicador acumula alta de 3,80%.
Entre os oito grupos pesquisados, três aceleraram: Alimentação, de 0,21% para 0,58%; Vestuário, de 0,06% para 0,30%; e Educação, Leitura e Recreação, de -1,34% para -1,12%. Habitação, Despesas Diversas, Comunicação e Saúde e Cuidados Pessoais perderam força. Transportes repetiu -0,09%.








