O saldo de empregos formais no Brasil chegou a 1.134 033 vagas entre janeiro e agosto de 2026, o menor resultado para o período desde 2020, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Na comparação com os oito primeiros meses de 2025, houve queda de 25,2%. Naquele período, foram criados 1.516.881 postos.
Em agosto, foram abertas 165 827 vagas, resultado de 2.294.563 admissões e 2 128.736 desligamentos. O desempenho superou a mediana de 93.486 mil vagas estimada pela pesquisa Projeções Broadcast. As projeções do mercado variavam de 55.789 a 169.980 vagas, todas positivas.
O resultado de agosto foi o segundo pior para o mês desde o início da série do Novo Caged, em 2020. O saldo ficou acima do registrado em julho, de 55.915 vagas, e também superou o resultado de agosto de 2025, quando foram criados 154.683 postos.
Setores e estados
Os cinco grandes setores registraram saldos positivos no acumulado do ano. Serviços liderou, com 697.859 vagas, seguido por construção, com 200 431; indústria, com 170.442; agropecuária, com 56.024; e comércio, com 9 300.
São Paulo teve o maior saldo absoluto entre os estados, com 306.883 postos formais criados de janeiro a agosto. Minas Gerais veio em seguida, com 123.176, e o Rio de Janeiro registrou 77 670.
Os menores saldos acumulados foram observados em Alagoas, com -3.216, Rondônia, com 2.397, e Roraima, com 2.565. Em 2020, o período de janeiro a agosto havia registrado o fechamento de 1.075.273 postos formais, em meio à pandemia de covid-19.








