São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Economia

DI de longo prazo chega a 14,220% com pressão externa e crise no STF

Taxas futuras renovaram máximas após alta do petróleo, do dólar e dos rendimentos dos Treasuries; serviços ficaram estáveis em julho.

DI de longo prazo chega a 14,220% com pressão externa e crise no STF

As taxas de juros futuros renovaram máximas no início do pregão, com os investidores acompanhando a valorização do dólar, do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries. O movimento ocorre enquanto o Brent avançava até US$ 105,56, em meio ao conflito prolongado no Oriente Médio e à ausência de sinal de solução entre Estados Unidos e Irã.

Às 9h32, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 era negociado a 13,595%, acima dos 13,572% registrados no ajuste anterior. Para janeiro de 2029, a taxa alcançava 13,965%, ante 13,860%. Já o DI para janeiro de 2031 marcava 14,220%, contra 14,091% no ajuste de ontem.

No ambiente doméstico, a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Polícia Federal permanecia no radar. O volume de serviços ficou estável em julho, resultado abaixo da mediana das estimativas, de +0,2%, mas o dado tinha menor peso no movimento dos juros nesta manhã.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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