Segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Economia

Augusto Cury rejeita distribuição de cargos e promete derrotar Lula

Candidato do Avante diz que escolherá auxiliares por competência, buscará diálogo com o Congresso e quer disputar o segundo turno contra Lula.

Augusto Cury rejeita distribuição de cargos e promete derrotar Lula

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) afirmou nesta segunda-feira, 7, que não pretende distribuir cargos entre partidos caso seja eleito. Durante sabatina da Jovem Pan, ele disse que tem conversado com lideranças de diferentes siglas, mas que a formação de um eventual governo seguiria critérios de competência e especialidade.

“Nós não vamos fazer um balcão de negócios, lotear o Brasil em hipótese alguma”, afirmou Cury.

Entre os políticos mencionados nas conversas estão Marcos Pereira, do Republicanos; Renata Abreu, do Podemos; Aécio Neves, do PSDB; Paulinho da Força, do Solidariedade; e Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite, do PSD. Cury ressaltou que citar esses nomes não representa um convite para que integrem sua equipe.

O candidato disse que pretende formar uma equipe com os nomes que considerar mais preparados e voltou a se posicionar contra a reeleição. Também afirmou que não quer construir uma carreira política.

Disputa presidencial

Questionado sobre como obter maioria no Congresso sem negociar cargos, Cury direcionou a resposta para a disputa presidencial e afirmou que pretende derrotar Luiz Inácio Lula da Silva. “O sonho de Lula da Silva é ter Flávio Bolsonaro no segundo turno. O pesadelo do Lula da Silva é me ter no segundo turno, porque eu vou aposentar o Lula”, disse.

Cury afirmou que buscaria diálogo com a Câmara e o Senado para formar maioria. Ele também voltou a defender um pacto entre os Poderes e disse que o Brasil tem um sistema com forte influência parlamentar, embora não seja formalmente parlamentarista.

No bloco anterior da sabatina, o candidato havia declarado que, se eleito, reuniria o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) para discutir um pacto nacional. Cury ainda criticou a atuação do Supremo e defendeu que a Corte reduza a atuação legislativa atribuída por ele ao tribunal e se concentre na função de guardião da Constituição.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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