O colchão de liquidez da dívida pública caiu 11,89% em agosto, para R$ 1,208 trilhão, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira, 28. Em julho, a reserva somava R$ 1,371 trilhão. Apesar da queda mensal, o valor ficou 6,49% acima do registrado em agosto de 2025, quando era de R$ 1,134 trilhão.
A reserva é usada para honrar compromissos com investidores que compram títulos brasileiros. O montante disponível cobria 7,18 meses de pagamentos de títulos, abaixo dos 7,81 meses de julho. O Tesouro trabalha com um mínimo prudencial de três meses de vencimentos.
Composição da dívida
A Dívida Pública Federal (DPF) avançou 0,04% em agosto, passando de R$ 9,289 trilhões para R$ 9,293 trilhões. O resultado incorporou um resgate líquido de R$ 84,434 bilhões e o impacto de R$ 88,388 bilhões relativo à apropriação dos juros.
A dívida interna, representada pela Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), recuou 0,05%, para R$ 8,944 trilhões. Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) cresceu 2,41%, alcançando R$ 348,26 bilhões. A DPF reúne as dívidas interna e externa.








