São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Brasil

RTX 5090 modificada opera com três conectores de 8 pinos e chega a 900 W

TecLab substituiu os dois conectores de 16 pinos da placa por três modelos de 8 pinos e realizou testes com correntes superiores a 120 A.

Uma GALAX GeForce RTX 5090 HOF OC LAB modificada pelo TecLab operou com três conectores PCIe de 8 pinos no lugar dos dois conectores de 16 pinos previstos no projeto original. Nos testes, a placa recebeu até 900 W de potência de entrada por meio da adaptação.

A alteração foi feita diretamente no hardware. O TecLab instalou três conectores Mini-Fit Jr. de 8 pinos na parte traseira da PCB e ajustou os pinos Sense 0 e Sense 1 para que a RTX 5090 identificasse a potência disponível. Não foi necessário modificar a BIOS ou utilizar alterações de software.

A montagem empregou placas de cobre e 24 cabos de maior bitola entre os conectores e a PCB. O sistema ficou distribuído em nove linhas de +12 V, com condução aproximada de 8 a 8,5 A em cada uma.

Escalada de potência

O ensaio começou em 400 W e passou por 500 W e 600 W antes de chegar a 900 W. Durante o processo, foram monitoradas a tensão e a temperatura. A placa registrou picos de corrente acima de 60 A e clocks próximos de 3,4 GHz.

Em outro teste, a GPU permaneceu por mais de uma hora sob carga superior a 120 A, mantendo clocks na faixa de 3,4 GHz. As temperaturas medidas nos cabos ficaram pouco acima de 35 °C.

A equipe também reduziu a quantidade de conectores. Com dois, a placa continuou funcionando acima de 66 A e 3,2 GHz. Com apenas um, foram registrados cerca de 65 A, clocks entre 3,1 e 3,2 GHz e temperatura máxima aproximada de 65 °C no cabo.

Pela especificação convencional, cada conector PCIe de 8 pinos corresponde a até 150 W. Assim, três conectores somariam nominalmente 450 W, mas a implementação foi levada deliberadamente muito além desse limite. O experimento ocorreu em meio a relatos de conectores de 16 pinos superaquecidos ou derretidos em GPUs de alto desempenho.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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