São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Fios soltos mantêm riscos e reclamações em ruas da cidade

Queixas citam cabos desorganizados e baixos; Procon orienta moradores a comunicar ocorrências pelo WhatsApp.

Fios soltos mantêm riscos e reclamações em ruas da cidade

Fios soltos e desorganizados continuam provocando reclamações em vias públicas, com riscos para pedestres, motoristas e ocupantes de veículos. Há relatos de cabos maiores que podem causar danos, além de estruturas baixas, obsoletas ou aparentemente sem utilização nas redes de energia e telecomunicações.

O problema aparece principalmente durante a troca de postes da concessionária de energia, realizada por uma empresa terceirizada. As queixas apontam que a situação se repete em diferentes pontos, apesar de algumas tentativas recentes de melhorar a organização das redes. Entre os locais mencionados estão as ruas Augusto Spengler, nas esquinas com Pasqualine e João Pessoa, e Carlos Trein, em cruzamentos com Tiradentes, 28 de Setembro e Júlio de Castilhos.

Como comunicar os casos

O Procon Municipal orienta a população a informar ocorrências pelo WhatsApp (51) 3120-4650. O canal recebe denúncias sobre fios soltos, baixos, antigos ou sem uso aparente nas vias públicas. Os registros são encaminhados à RGE e às empresas de telecomunicações que compartilham as redes, para análise e adoção das providências necessárias.

Além do atendimento individual, são realizados mutirões semanais em áreas com maior concentração de problemas. As ações reúnem a RGE e empresas de telecomunicações para identificar, organizar e retirar cabos irregulares ou sem utilização.

Na manhã desta quinta-feira, 1º, um desses mutirões ocorre nas proximidades da esquina da Rua Augusto Spengler com a Rua Alberto Pasqualine. A expectativa dos reclamantes é de que as medidas tragam soluções para uma situação que interfere na segurança e na estética das vias.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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