São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Brasil

Projeto de requalificação do Taguacenter ainda não saiu do papel

Trabalhadores apontam riscos nas calçadas, falta de vagas e acúmulo de lixo enquanto aguardam obras previstas pelo GDF.

Projeto de requalificação do Taguacenter ainda não saiu do papel

Trabalhadores do Taguacenter, em Taguatinga, reclamam da falta de estrutura e acessibilidade no centro comercial. Entre os problemas apontados estão calçadas quebradas, risco de quedas para idosos e crianças, escassez de estacionamentos em dias de maior movimento e poucas faixas de pedestre.

Um projeto de requalificação urbana e mobilidade elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh) prevê novas calçadas para pedestres e ciclistas, áreas verdes, uma praça central e mais vagas de estacionamento. O plano foi aprovado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e encaminhado à Secretaria de Obras e Infraestrutura. A publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) ocorreu em 31 de dezembro de 2024, mas as obras ainda não começaram.

Reclamações no centro comercial

Stephanie Souza, que trabalha no Taguacenter, afirma que as condições das calçadas oferecem perigo principalmente a idosos. “É muita queda de idoso. Muita”, disse. Segundo ela, jovens também já caíram no local, mas os idosos enfrentam mais dificuldade para transitar pelos trechos danificados.

A demora alimenta dúvidas entre os trabalhadores sobre a execução do projeto. Stephanie avalia que o planejamento pode ter finalidade eleitoreira e questiona quando as obras começarão. Fernanda Evelyn, que trabalha na mesma loja, classificou os planos como “promessas vazias”.

Adelmar dos Santos, funcionário do polo comercial há 15 anos, citou o acúmulo de lixo e os frequentes entupimentos de esgoto como problemas da região. Ele também criticou a situação dos pedregulhos soltos nas calçadas, que, em sua avaliação, resultam de um serviço “mal feito”.

Adelmar afirmou ainda que o movimento intenso exige mais estacionamentos. Segundo ele, motoristas chegam a passar meia hora procurando vagas. A Secretaria informou que o projeto depende de estudos técnicos, incluindo levantamentos topográficos e análises de drenagem, pavimentação, acessibilidade e das redes de infraestrutura existentes.

De acordo com a pasta, a área é consolidada e tem forte trânsito de carros e pessoas, além de diversas interferências. Por isso, a elaboração dos projetos demanda mais tempo para evitar problemas, retrabalho e paralisações durante a execução da obra.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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