SÃO PAULO — Internado para tratar uma pneumonia, o candidato à Presidência Ronaldo Ramos Caiado (PSD) defendeu nesta sexta-feira (11/9) que a abertura de informações das investigações sobre o Banco Master também alcance as apurações sobre fraudes no INSS.
Em publicação na rede social X, Caiado afirmou que o fim do segredo de Justiça no caso expôs que o escândalo vai além das especulações. O político mencionou acesso antecipado a dados sigilosos e articulações de fuga na véspera de prisões. Na mensagem, disse que continuava atento às apurações mesmo durante a internação no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo.
A decisão de retirar o sigilo foi tomada pelo ministro André Mendonça, relator da matéria no Supremo Tribunal Federal. O despacho atendeu a uma solicitação apresentada na noite de quinta-feira (10/9) pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin.
“Em harmonia à solicitação formulada pelo eminente Presidente, ministro Edson Fachin, promovo o levantamento do sigilo dos autos da PET n° 15.556”, escreveu Mendonça no despacho.
Além da PET n° 15.556, a determinação incluiu os inquéritos nº 5.026 e nº 5.035, a Reclamação nº 88.121 e outras doze petições no tribunal.
Caiado já havia protocolado, na quarta-feira (9/9), um pedido no Supremo para solicitar o fim do sigilo nas apurações relacionadas ao Banco Master, ao INSS e a outros casos com participação de agentes públicos. A defesa da transparência foi feita enquanto o candidato permanece internado em São Paulo.








