São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Próxima Radeon pode usar redes neurais para calcular iluminação em jogos

Rumor atribuído a Kepler_L2 indica que a AMD prepara uma tecnologia própria, mas ainda não confirmou o recurso nem a nova geração de GPUs.

Próxima Radeon pode usar redes neurais para calcular iluminação em jogos

A AMD pode levar o uso de inteligência artificial na renderização de jogos para além do aumento de resolução e da geração de quadros. A próxima geração de placas Radeon teria uma tecnologia própria de iluminação neural, segundo Kepler_L2, que apresentou a informação em uma discussão no fórum AnandTech.

O recurso seria comparável à renderização neural introduzida pela NVIDIA no DLSS 5. A proposta envolve empregar redes neurais em tarefas que normalmente ficam a cargo dos shaders, alterando a iluminação e a aparência dos materiais durante a execução do jogo.

Possível exclusividade de uma nova arquitetura

Questionado sobre a compatibilidade com outras gerações, Kepler_L2 afirmou ser provável que a tecnologia fique restrita à arquitetura conhecida informalmente como RDNA 5. A justificativa mencionada foi o elevado custo computacional.

A AMD não anunciou oficialmente essas GPUs e também não confirmou a existência do recurso. Por isso, a informação permanece no campo dos rumores. Até o momento, não há especificações, relação de jogos compatíveis, requisitos ou data de lançamento para a suposta tecnologia.

O DLSS 5 utiliza dados gerados pela própria engine, incluindo cores, vetores de movimento, materiais e características das superfícies, para alimentar o modelo executado nas GeForce RTX 50. Uma solução equivalente da AMD transferiria parte da construção visual da cena para modelos neurais, em uma disputa diferente da observada nas primeiras gerações de FSR e DLSS.

Pesquisa já divulgada pela AMD

A empresa já trabalha publicamente com renderização neural. O FSR Redstone reúne upscaling, geração de quadros, reconstrução de ray tracing e Radiance Caching, que usa aprendizado de máquina para prever a propagação da luz em uma cena.

Em agosto, pesquisadores da AMD também apresentaram um modelo neural experimental para iluminação global indireta. A técnica combina informações visíveis pela câmera com dados de geometria obtidos das fontes de luz e permite calcular efeitos provocados por objetos fora do campo de visão do jogador.

A eventual tecnologia para a próxima geração, no entanto, ainda não foi confirmada pela empresa.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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