São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Tecnologia

Ginga e produção integrada ganham espaço na estratégia das marcas

A combinação entre adaptação, equipes dedicadas e execução conjunta busca reduzir a distância entre conceito e entrega.

Ginga e produção integrada ganham espaço na estratégia das marcas

Gingar, no contexto da comunicação, significa interpretar o cenário, responder com agilidade e preservar a direção mesmo diante de mudanças. A ideia é apresentada como uma abordagem para marcas que precisam lidar com alterações no comportamento das pessoas, na cultura, nas tecnologias, nos canais e na medição de impacto.

Dados do 17th Annual State of Agile Report indicam que 86% dos profissionais de marketing planejam adotar modelos ágeis total ou parcialmente. O objetivo é ampliar a produtividade e a capacidade de resposta. Estudos da McKinsey citados no texto apontam que equipes ágeis conseguem levar ideias ao mercado em menos de duas semanas, enquanto os ciclos tradicionais podem durar meses.

A adaptação, porém, não é tratada como improviso. Ela depende da preparação dos times e de uma estrutura capaz de variar conforme o problema. Desafios específicos podem exigir células enxutas e rápidas, enquanto projetos mais complexos podem demandar grupos robustos, híbridos e multifrontes. A elasticidade, nesse modelo, é resultado de planejamento.

Equipes dedicadas também aparecem como parte desse processo. Ao manter proximidade com o cliente, o mercado e a cultura, esses grupos podem antecipar riscos, preservar a consistência e identificar oportunidades. A proposta é formar uma parceria que compreenda e execute as demandas em ritmo semelhante.

Da estratégia à execução

A produção integrada completa o modelo. Estratégia, criação e produção precisam ser consideradas desde o início para que as ideias sejam desenvolvidas de acordo com as condições de execução. A integração reduz atritos, antecipa obstáculos e aumenta a viabilidade do que foi concebido.

Produzir em conjunto não se resume a encurtar prazos. A prática também busca manter consistência e relevância cultural, evitando uma separação entre o que é imaginado e o que chega ao mundo real. O impacto, nessa perspectiva, depende tanto da qualidade da ideia quanto das decisões sobre como, quando e onde ela será colocada em prática.

A combinação entre atitude, preparo e execução forma um modelo de criação descrito como vivo e adaptável. Nele, a ginga funciona como inteligência aplicada: reúne leitura de cenário, organização das equipes e integração produtiva para transformar um conceito em entrega concreta. A relevância, assim, é associada à coerência entre estratégia e execução, e não apenas à velocidade.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5