São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Política

Vídeo de Porchat provoca descontração durante sessão tensa no STF

Flávio Dino citou esquete sobre o cansaço de jornalistas antes de julgamento sobre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.

Vídeo de Porchat provoca descontração durante sessão tensa no STF
Foto: Wilton Junior/Estadão

Um vídeo de Fábio Porchat, dono do canal Porta dos Fundos, provocou um momento de descontração durante a sessão plenária extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), marcada por discussões sobre a possível investigação de Alexandre de Moraes por relações com Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

Flávio Dino perguntou ao presidente da Corte, Edson Fachin, se ele havia assistido à esquete. O ministro afirmou que o conteúdo, originalmente sobre o cansaço de jornalistas diante da crise institucional, também poderia ser aplicado aos integrantes do Judiciário.

“Ele se aplica a nós, é um vídeo sobre os jornalistas que se aplica aos juízes dos tribunais”, disse Dino.

O ministro usou a referência para explicar por que chegou atrasado à sessão desta terça-feira, 15. Segundo ele, o volume de petições e decisões sobre prisões havia consumido seu tempo. Fachin respondeu que ainda não tinha visto o vídeo porque analisava os ofícios recebidos pelo tribunal.

A sessão começou às 10h30 e trata de um pedido de André Mendonça para abrir investigação sobre as relações entre Moraes e Vorcaro. Ao iniciar os trabalhos, Fachin afirmou: “O País olha para esta Corte. A história também olhará para este momento”.

Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli decidiram não votar. Gilmar Mendes e Dino pediram apartes para questionar o julgamento e a relatoria de Fachin, enquanto Fachin defendeu a condução adotada pelo tribunal.

Na sequência, os ministros discutiram vazamentos, a atuação da Polícia Federal e a alegação de um suposto viés político eleitoral no processo.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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