São Paulo, Quinta-feira, 1 de outubro de 2026
Política

Caiado apresenta ações de Goiás como modelo para o governo federal

Em campanha em Goiânia, candidato do PSD citou programas sociais, hospitais regionais e proposta de inteligência artificial contra crimes financeiros.

Caiado diz que resultados de Goiás podem ser levados ao Brasil
Foto: Eliane Barros/g1 Goiás

Ronaldo Caiado, candidato do Partido Social Democrático (PSD) à Presidência da República, afirmou que resultados obtidos em Goiás podem ser ampliados para o Brasil. A declaração foi feita nesta quinta-feira (24), durante uma agenda de campanha na região noroeste de Goiânia, ao lado da esposa, Gracinha Caiado (UP).

O candidato reuniu políticos e apoiadores na Praça da Feira, no bairro Morada do Sol, visitou comércios e conversou com empresários. Durante o ato, apresentou ações de sua gestão nas áreas de saúde, segurança pública e programas sociais como referências para sua campanha nacional.

“Goiás cresce o dobro do Brasil neste momento. Para vocês terem uma ideia, eu tenho 88% de aprovação”, afirmou Caiado. Ele também disse que, entre 10 goianos, 9 o apoiam.

Programas sociais e saúde

Ao tratar do combate à pobreza, Caiado declarou que 602 mil pessoas deixaram a extrema pobreza durante sua gestão e passaram a viver de renda própria. Ele atribuiu parte do resultado às iniciativas de capacitação profissional, como o programa Colégios Tecnológicos do Estado de Goiás (COTEC).

Na saúde, o candidato afirmou ter promovido a regionalização do atendimento com a implantação de hospitais em diferentes áreas do estado. Ele mencionou unidades em Itumbiara, no sul de Goiás, no entorno de Brasília, no norte do estado, no Vale do Araguaia e nas regiões oeste e sudoeste.

Caiado também declarou que tem um passado digno e que não está envolvido em corrupção, rachadinha ou no caso do Banco Master.

Proposta de inteligência artificial

Caso seja eleito, o candidato disse que pretende criar, no Ministério da Segurança Pública, a inteligência artificial Sentinela. A proposta reuniria informações do Coaf, da Receita Federal, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Polícia Federal.

Segundo Caiado, o sistema permitiria compartilhar dados com governadores, prefeitos e polícias estaduais sobre pessoas e empresas que estariam atuando fora da legalidade. O objetivo, afirmou, seria combater o crime organizado e a lavagem de dinheiro.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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