São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Quem são as três pessoas dispensadas de passaporte em viagens internacionais

A exceção vale para o soberano britânico e o casal imperial japonês, mas não elimina os protocolos diplomáticos.

Quem são as três pessoas dispensadas de passaporte em viagens internacionais

Apenas três pessoas podem viajar internacionalmente sem passaporte: o Rei Charles III, do Reino Unido, e o casal formado pelo Imperador Naruhito e pela Imperatriz Masako, do Japão. A dispensa não significa ausência de controle ou de procedimentos oficiais. As viagens são comunicadas previamente e seguem canais diplomáticos entre os países envolvidos.

No Reino Unido, a regra decorre da forma como o passaporte é emitido. O documento britânico é produzido em nome do próprio soberano. Sua primeira página apresenta um pedido formal, também em nome do Rei, para que autoridades estrangeiras permitam a livre circulação do portador. Por isso, o monarca não precisa portar um documento emitido em seu próprio nome.

A mesma lógica se aplica aos países da Commonwealth em que Charles III exerce a função de chefe de Estado. Nesses casos, o pedido aparece em nome do Governador-Geral local. No Canadá, a solicitação formal é assinada pelo Ministro de Relações Exteriores canadense.

A dispensa britânica é restrita ao soberano em exercício. A Rainha Camilla, o Príncipe de Gales e os demais integrantes da família real usam passaportes britânicos convencionais, comuns ou diplomáticos, conforme o país e a ocasião. O critério, portanto, está associado à ocupação do trono, e não apenas ao título real.

A exceção japonesa

No Japão, o precedente foi estabelecido em 1971, quando o Ministério das Relações Exteriores avaliou que seria inadequado submeter o então Imperador Hirohito aos procedimentos comuns de emissão de passaporte. O imperador é considerado símbolo do Estado e da unidade nacional japonesa, fundamento que continua válido para Naruhito e Masako.

A ausência do documento físico não elimina outras exigências. Visitas oficiais dependem de comunicação antecipada aos países de destino, além de protocolos de segurança e de coordenação diplomática. Para as demais pessoas, o passaporte continua sendo exigido na maioria dos destinos internacionais, embora alguns países aceitem documento de identidade nacional.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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