São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Economia

Etanol sobe 1,69% e lidera alta dos combustíveis em setembro

Levantamento da Edenred Ticket Log mostra avanço do etanol e do diesel S-10, enquanto gasolina e diesel comum recuaram.

Etanol sobe 1,69% e lidera alta dos combustíveis em setembro

Os preços dos combustíveis subiram na primeira quinzena de setembro, após a trajetória de queda registrada em agosto. O etanol liderou o movimento, com alta de 1,69% e preço médio nacional de R$ 4,21 por litro, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL).

O diesel S-10 avançou 0,42%, para R$ 7,11 por litro. Na direção oposta, o diesel comum caiu 0,29%, encerrando o período a R$ 6,76. A gasolina recuou 0,30%, com preço médio de R$ 6,72.

Variações regionais

O Sudeste registrou a menor média nacional para o etanol, de R$ 4,09 por litro, mesmo após alta de 2,51%. O Amazonas teve o maior aumento do país, de 4,57%, levando o preço a R$ 5,26. Pernambuco apresentou a maior redução, de 3,26%, para R$ 5,05.

No diesel comum, Alagoas registrou a maior alta entre os estados, de 1,68%, para R$ 7,28. O Paraná teve o menor preço médio, de R$ 6,14.

As maiores altas do diesel S-10 por região ocorreram no Sul, com avanço de 1,83%, para R$ 6,69, e no Centro-Oeste, com aumento de 1,57%, para R$ 7,13. O Mato Grosso liderou o ranking nacional, com alta de 3,09%, para R$ 7,34, seguido pelo Amazonas, que subiu 2,80%, para R$ 7,35.

No Sul, o Rio Grande do Sul registrou alta de 2,55%, mas manteve a menor média nacional do S-10, em R$ 6,44. O Paraná avançou 2,22%, para R$ 6,90. O maior preço do combustível foi encontrado no Acre, a R$ 8,15.

Para a gasolina, o menor preço médio foi registrado no Rio Grande do Sul, a R$ 6,27, e o maior em Roraima, a R$ 7,70. A Bahia teve a maior queda, de 3,01%, para R$ 6,77, enquanto o Distrito Federal apresentou a maior alta, de 2,23%, para R$ 6,89.

O IPTL é calculado com base nos abastecimentos realizados em 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Entre na nossa newsletterO melhor da semana, sem spam.

Em alta

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5