São Paulo, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Brasil

Carol Macedo defende força e recuperação no treino após os 40

Para a personal trainer, preservar massa muscular e adaptar a carga são prioridades para manter autonomia e bem-estar na maturidade.

Carol Macedo defende força e recuperação no treino após os 40

A personal trainer Carol Macedo defende que mulheres maduras substituam o aumento indiscriminado da carga de exercícios por um planejamento baseado em força, recuperação e adaptação à fisiologia. A proposta parte da avaliação de que repetir, aos 40 anos, o mesmo volume de treino usado aos 20 pode ampliar a frustração, comprometer as articulações e reduzir a sustentabilidade dos resultados.

A maturidade é acompanhada por alterações hormonais que aceleram a perda de massa magra, processo conhecido como sarcopenia. A densidade muscular pode diminuir em até 8% por década a partir dos 40 anos. Ao mesmo tempo, a queda da taxa metabólica basal e o aumento do cortisol, associado ao estresse e ao excesso de exercícios de alto impacto, podem favorecer o acúmulo de gordura e o surgimento de lesões articulares.

Força como prioridade

Nesse cenário, Macedo coloca a musculação estratégica no centro do planejamento. O ganho progressivo de força é apresentado como alternativa à busca desordenada pela perda de peso e como forma de sustentar a densidade óssea, a autonomia física e a capacidade funcional ao longo do envelhecimento.

A personal trainer afirma que a resposta para a redução dos resultados estéticos não deve ser simplesmente elevar o volume de exercícios, intensificar o cardio, restringir mais as calorias ou aumentar a cobrança. “Nessa fase, não é sobre fazer mais. É sobre fazer diferente”, diz.

A proposta não elimina o objetivo estético. A aparência pode continuar entre as metas, mas deve ser combinada com indicadores de longevidade, bem-estar e fortalecimento. Para Macedo, a preservação muscular tem valor além da imagem corporal: “Força hoje é liberdade amanhã”.

Metas ajustadas à maturidade

O método também rejeita a expectativa de recuperar o corpo de décadas anteriores. A orientação é estabelecer objetivos compatíveis com a condição atual de cada mulher, sem transformar a rotina de exercícios em um processo punitivo.

Macedo afirma que o treinamento deve ajudar mulheres de 40, 45 ou 50 anos a construir a melhor versão de si mesmas no presente. Nesse modelo, a evolução estética é integrada à preparação para uma vida com mais capacidade funcional, enquanto a recuperação adequada passa a ter o mesmo peso que o estímulo físico.

Texto produzido pela Redação Mapa do Mercado com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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